Você sabe como surgiu essa arte que hoje chamamos de Martelinho de Ouro? Muita gente acha que é mágica, mas é uma técnica com décadas de história e uma origem nobre que você precisa conhecer.
Tudo começou lá nos anos 50, na Alemanha. Dentro das fábricas da Mercedes-Benz e da Volkswagen, existiam profissionais altamente qualificados que trabalhavam na linha de montagem. O objetivo deles era corrigir pequenos detalhes e “picadinhas” na lataria que ocorriam durante a fabricação ou no transporte para as famosas feiras de automóveis, como o Salão de Frankfurt.
Eles usavam técnicas de PDR (em inglês, Paintless Dent Repair, ou Reparo de Amassados sem Pintura), e o segredo era tão bem guardado que esses homens eram chamados de “Homens de Ouro” ou “Funileiros de Brilho”, porque recuperavam o brilho original sem repintura.
Mas o nome que usamos hoje, Martelinho de Ouro, nasceu aqui no Brasil.
O grande pioneiro foi Pedro Souza Santana, ex-funcionário da Volkswagen em São Bernardo do Campo, nos anos 70. O Sr. Pedro era tão habilidoso que os clientes diziam que ele tinha “mãos de ouro”. Ele começou a usar ferramentas improvisadas, como tacos de sinuca e alavancas artesanais, para desamassar carros sem estragar a pintura original.
O apelido “Martelinho de Ouro” pegou tanto que o Sr. Pedro acabou registrando a marca. O que começou nas fábricas alemãs como um processo industrial, o brasileiro transformou em uma arte comercial lucrativa que hoje é exportada para o mundo todo.
É essa herança de precisão alemã misturada com criatividade brasileira que você encontra em cada reparo feito aqui na David Martelinho de Ouro.